Na tela, uma mulher se acaricia, gemendo e respirando profundamente. Sua mão acelera o ritmo, que passa a ser quase frenético. Seu rosto se transforma, como se estivesse sentindo uma sensação física muito intensa. E finalmente sua mão se afasta, e ao mesmo tempo em que grita de prazer um jato de líquido jorra de sua vagina, como se fosse uma fonte? É mais uma cena de uma ejaculação feminina, trazida ao grande público através de um filme pornográfico.
Mas o que realmente aconteceu? Tratando-se de um filme, não poderia ser um efeito especial ou um truque? Ou ela teria na verdade urinado? Desde que começou a entrar na imaginação popular, a partir da década de 1980, uma pergunta paira sobre a ejaculação feminina: lenda urbana, enganação ou a realidade?
Curiosamente, toda esta dúvida se dá em relação a algo que nossos antepassados e mesmo antigas civilizações já conheciam. Mas que foi “esquecido”, na medida em que o prazer sexual foi reprimido, até mesmo negado e desacreditado para as mulheres. E que somente muito recentemente voltou a ser “descoberto”, comentado e desejado.
Na atualidade, longe de ser uma lenda, a ciência tem comprovado a capacidade das mulheres ejacularem um líquido de consistência e cor parecidas a da urina (mas que não é urina!). Este líquido se assemelha ao fluido da próstata nos homens e pode mesmo ser “esguichado”, durante ou após um orgasmo de grande intensidade.
E mais do que um mito, é a realidade de inúmeras mulheres que, sozinhas ou em companhia, vêm experimentando uma forma de prazer diferente, associada a um pequeno ponto localizado atrás do osso púbico, a apenas alguns centímetros da entrada da vagina, o também célebre ponto G. De saber encontrar e estimular esta região tão sensível, passando por orgasmos mais intensos e duradouros, aprenda a partir de agora a arte da ejaculação feminina.











